Maria, mulher do sim

1 de maio de 2020

Amados irmãos e irmãs, iniciamos mais um mês, mês de maio na qual chamamos o mês das noivas, das mães e principalmente o mês de Nossa Senhora a Mãe de Deus e nossa.

Uma coisa muito bonita na vida de Maria é a sua capacidade de dizer sempre sim a Deus e de se colocar à disposição da vontade divina. Coisa nada fácil é nos colocarmos inteiramente nas mãos de Deus e nos prontificarmos para sempre fazer sua vontade, ou seja, viver segundo seus ensinamentos.

Em muitos momentos, preferimos fazer a vontade de Deus, dizendo sim a Ele (Lc 1,26-38). Toda sua vida foi um constante sim a Deus, pois se entendia como a serva do Senhor. E foi fiel até o fim. O evangelista João diz que, mesmo aos pés da cruz, quando muitos discípulos fugiram, a mãe de Jesus estava lá de pé. E não só na cruz. Mesmo depois da morte de Jesus, ela é citada em Atos dos Apóstolos, entre os discípulos, dando continuidade à obra de Cristo (cf. At 1,12-14). Por isso tudo, a mãe de Jesus se tornou símbolo de fidelidade.

Com isto Maria, com tempo, foi caindo no gosto popular e foi recebendo diversos títulos, ou seja, nomes que expressam qualidades e formas de devoção. Todos estes nomes se referem à mesma pessoa: Maria, mãe de Jesus. Seus títulos são inúmeros. Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora da Rosa Mística, Nossa Senhora de Lurdes e tantos os títulos que expressam o amor e a devoção do povo de Deus em relação a Mulher do sim e da sua entrega total a Deus e a humanidade.

Falar da humanidade da serva do Senhor, da prontidão para servir, da perseverança entre o grupo das santas mulheres que seguiam Jesus e de tantas outras qualidades que admiramos em Maria e queremos cultivar também em nós.

Neste mês de maio o Papa Francisco, nos convida a rezar o Santo Rosário para partirmos o fim da pandemia. Maria mãe de Deus e nós. Rogai por nós.

Pe. Elinei Eustáquio Gomes
“Aquele que me enviou está comigo.” (Jo 8, 29)

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